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sexta-feira, 27 de março de 2015

Palmeirense substitui lateral do Inter


João Pedro, do Palmeiras, foi convocado  pelo técnico Alexandre Gallo, da Seleção olímpica nesta sexta-feira para substituir Cláudio Winck, do Internacional. 

O lateral colorado sentiu uma fisgada na coxa direita no último treino antes do duelo contra o Paraguai. Na manhã desta sexta-feira o jogador realizou um exame de ressonância magnética, em Vitória, onde foi constatado um edema e um estiramento no local.

O jogador palmeirense se junta ainda nesta sexta-feira ao restante do grupo. Ele deve começar a partida contra o Paraguai, no Estádio Kléber Andrade, em Caicaras (ES), no banco de reservas devido ao pouco tempo que terá de contato com o grupo.

Maicon, do Livorno, começa a partida contra o Paraguai. Luan, zagueiro do Vasco, foi outro jogador cortado por lesão.
Toni Santos _ Programa Ação&informação - rádio futura fm 87,5
Fonte; Esporte.band/esporte.com=- acessado em 27/03/15
http://esporte.band.uol.com.br/futebol/selecao/noticia/100000743387/palmeirense-substitui-lateral-do-inter-na-selecao-olimpica.html

Goleiro santista precisará operar o rosto


O goleiro do Santos, Vanderlei, sofreu uma fratura na face e precisará passar por uma intervenção cirúrgica. Durante a derrota para a Ponte Preta, nesta quinta-feira, o jogador levou uma joelhada no rosto em uma dividida com Rildo. 

Vanderlei se machucou no início do segundo tempo e precisou ser substituído porque estava sangrando. O goleiro saiu do Estádio Moisés Lucarelli de ambulância, direto para o Hospital Municipal Mário Gatti. 

Não se sabe quanto tempo o jogador ficará sem atuar, mas é bem provável que não participe das duas partidas da próxima fase do Campeonato Paulista.

Rildo, atacante da Ponte Preta que participou do lance que machucou Vanderlei, pediu desculpas pelo ocorrido.

“Tentei pular, mas infelizmente é o nosso trabalho, peço desculpas para ele
Toni santos - Programa Ação&informação - Rádio futura fm 87,5
Fonte: Band/uol/Noticias - acessado em 27/03/15
http://esporte.band.uol.com.br/futebol/times/santos/noticia/100000743390/goleiro-santista-precisara-operar-o-rosto.html

Professores decidem manter greve no estado de SP e fazem passeata

Os professores da rede estadual decidiram em assembleia nesta sexta-feira (27) manter a greve da categoria que começou na segunda-feira (16).
Após votarem pela continuidade do movimento, os professores seguiram em caminhada desde o Masp até a Praça da República, no Centro.

Os grevistas dizem que 60 mil participam do ato. De acordo com a Polícia Militar, por volta das 16h20, dois mil manifestantes estavam na Avenida Paulista.
O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) quer reajuste de 75,33%. O governo diz que deu aumentos acumulados de 45% nos últimos quatro anos. A Secretaria de Estado da Educação (SES) diz que vai concender 10,5% de reajuste para professores bem posicionados em uma prova.
Os grevistas afirmam que o governo ainda não abriu negociações salariais, apesar de quatro pedidos de audiência. Além disso, o sindicato alega que os 10,5% de aumento só vai valer para apenas 10 mil professores que se saíram bem na prova, ignorando outros 220 mil profissionais da rede.
Professores em greve fazem passeata na Avenida Paulista, em São Paulo. Eles reivindicam reajuste salarial e fazem assembléia para definir os rumos da categoria (Foto: Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo)Professores em greve fazem passeata na Avenida Paulista, em São Paulo. Eles reivindicam reajuste salarial e fazem assembléia para definir os rumos da categoria (Foto: Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo)
Abrangência da greve
A Secretaria de Estado da Educação (SES) diz que a adesão ao movimento é de 2,5%. O sindicato diz que verificou que 59% da categoria aderiu à greve. Em meio à divergência entre governo e sindicato sobre o alcance da greve, e se há ou não greve, jornalistas do G1 visitaram na manhã de quinta 19 escolas da capital. O resultado: 2 estavam sem aula, 12 eram parcialmente afetadas e 5 tinham aulas normais.
Os professores afirmam que ainda não conseguiu abrir negociações com o governo estadual. Entre as reivindicações, os professores cobram aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior,  com o objetivo de alcançar o piso do Departamento Intersindical de Estatística para Estudos Socioeconômicos (DIEESE), com jornada de 20 horas semanais de trabalho. Os professores protestam ainda contra fechamento de classes e contra salas superlotadas.

O governo defende que houve valorização da categoria. "Nos últimos quatro anos houve um aumento acumulativo de 45% o que elevou o piso salarial paulista ao patamar 26% maior do que o nacional. Os professores ainda podem conquistar o reajuste salarial de 10,5% por meio da valorização pelo mérito ou por prática pedagógica e de 5% por meio de qualificações adquiridas durante a carreira", apontou a secretaria em nota.
Ainda de acordo com a pasta, "mensalmente são R$ 700 milhões empenhados nos salários dos professores, uma média de R$ 8 bilhões anualmente".
Segundo a PM, cerca de 500 professores se reúnem no vão do Masp em uma manifestação (Foto: Ronet Domingos/ G1)Grupo se reuniu no vão livre do Masp. (Foto: Ronet Domingos/ G1)

Apeosp contesta política de reajuste
A presidente da Apeosp, Maria Izabel Azevedo Noronha, afirma que os 45% acumulados nos últimos quatro anos (2011 – 13,8%, 2012 – 10,2 %, 2013 – 8% e 2014 – 7%) não representa recomposição das perdas salariais. "Uma parte foi incorporação de gratificações. E outra parte foi 20% de dinheiro novo na categoria. Não sei que conta o governador está fazendo", afirma a presidente da Apeosp.
"Eu tenho que discutir com ele não o que foi, mas o que vai ser.  Porque está apontado para nós 0% de reajuste. Eu quero saber do governador quanto é que ele oferece", disse.
Maria Izabel relativiza a informação da Secretaria de que o reajuste de 45% acumulado em quatro anos faz com que o salário dos professores paulistas seja 26% maior que o piso nacional.

"Quando o piso salarial profissional nacional foi instituído (em lei federal de 2008), a diferença entre o piso e o nosso salário era de 59%", explicou. "Do jeito que ele [Alckmin] entende carreira, que é só por promoção de mérito, isso não está ocorrendo."
A presidente da Apeosp também rebate a afirmação de aumento de 10,5% por conta de mérito e 5% por evolução na carreira.

"Aumento de 10,5% foi só pra 10 mil, mas 19 mil passaram na prova. De acordo com um critério que a gente não sabe, só 10 mil receberam 10,5%. Na rede, nós temos 230 mil. O que vão fazer os 220 mil que ficaram sem reajuste nenhum?", afirma Maria Izabel.
Sobre os 5% por meio de qualificações adquiridas durante a carreira, ela diz que elas dependem do tempo de serviço e não chegam a "2%, 3% por ano".
Manifestação bloqueia uma faixa da Avenida Paulista, no sentido Consolação (Foto: Roney Domingos/G1)Manifestação começou na Avenida Paulista. (Foto: Roney Domingos/G1)Toni Santos - Programa Ação&informação- Rádio Futura fm 87,5Fonte: G1/ Notícias - acessado em 27/03/15http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/03/professores-decidem-manter-greve-no-estado-e-fazem-passeata.html

Alta média do PIB no governo Dilma é a menor desde mandato de Collor

O crescimento médio da economia brasileira no primeiro mandato de Dilma Rousseff, de 2011 a 2014, foi de 2,2% ao ano. Apesar de o resultado ter sido positivo, foi o menor avanço desde o governo de Fernando Collor de Mello, de 1990 a 1992, que apresentou queda de 1,29% ao ano. 
"Dilma pegou um ambiente exterior desfavorável. Aqui dentro, o que mudou foi a matriz macroecômica, com controle de preços, aumento das despesas e estimulo ao crédito. A partior do final de 2012, todo mundo começou a por o pé no breque, percebendo que a gestão era temerária", disse o professor da Universidade de São Paulo (USP) Davi Simão Silber.
Entre os presidentes que governaram o país desde 1985, a maior média anual foi do mandato de Itamar Franco, de 1993 a 1995, quando o PIB cresceu 5,4% ao ano.
"O que puxa o PIB no governo do Itamar foi o desempenho da economia nos últimos seis meses de mandato dele, quando o país vivia aquela euforia do plano real. O PIB cresceu muito por isso", afirmou Silber.
Na sequência, entre as maiores altas, aparecem as registradas no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (de 2006 a 2010), quando atingiu 4,56%. Na sequência, aparecem os PIBs do primeiro mandato de Lula (de 2001 2005) e de Sarney – ambos ficaram em 3,49%.  
No governo de Fernando Henrique Cardoso, o crescimento ficou perto de 2,5%. No primeiro mandato, de 1995 a 1998, a alta média foi de 2,5% e no segundo, de 2,3%, segundo cálculos do matemático José Dutra de Oliveira Sobrinho.
Nesta sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014. Em valores correntes (em reais), a soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 5,52 trilhões, e o PIB per capita (por pessoa) caiu a R$ 27.229.
Esse é o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%. Em 2013, de acordo com dados revisados, a economia havia crescido 2,7%.
Os números apresentados pelo IBGE já foram calculados com base na nova metodologia, que incluiu dados que não existiam e mudou a classificação de alguns itens.  
“O que contribuiu para o crescimento foram os serviços e, negativamente, foi a indústria”, afirmou Rebeca de La Rocque Palais, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.
PIB do Brasil foi o 4º pior em lista de 34 países
Com o crescimento econômico de 0,1% em 2014, o Brasil ficou na 31ª posição num ranking do PIB de 34 países.
Segundo a lista elaborada pela Austin Rating,  o PIB do país no ano passado só não foi pior do que o do Japão (0%), da Finlândia (-0,1%) e da Itália (-0,4%).
A China se manteve na liderança o ranking, com um crescimento de 7,4%, (7,2%) e Malásia (6%).
Toni Santos - Programa Ação&informação- Rádio Futura fm 87,5
Fonte: G1/ notícias - acessado em 27/03/15
(6%).shttps://www.facebook.com/antoniorodriguessantos.santoseguida por Índia (7,2%) e Malásia (6%).

quarta-feira, 25 de março de 2015

De volta ao Palestra, Choque-Rei é duelo direto por mando no mata-mata

Palmeiras e São Paulo ainda não venceram clássicos neste ano e encaram o último confronto desse tipo na primeira fase do Campeonato Paulista, às 22 horas (de Brasília) desta quarta-feira, com a necessidade de ficar à frente do rival. O primeiro Choque-Rei no Palestra Itália desde 2010 pode definir quem atuará em casa nas quartas de final da competição.
O regulamento do Estadual define que, se três clubes da mesma cidade passarem à próxima fase como líderes de suas chaves, quem tiver a pior campanha do trio terá que atuar fora de casa, por questões de segurança, no único jogo das quartas de final. Nesse ponto, o clássico é um duelo direto para começar o mata-mata como mandante.
O São Paulo está à frente do Palmeiras, com 26 pontos contra 24. O Verdão precisa fazer a sua parte para se garantir no Palestra Itália, estádio que não pôde receber o clássico desde 2010 porque passou por reformas. “No nosso objetivo, desde o começo do campeonato, seria ideal ter a vantagem nessa reta final, e vamos procurar vitórias para isso”, disse Rafael Marques.
Pesa contra o Palmeiras o seu desempenho contra rivais neste ano: perdeu de Ponte Preta, Corinthians e Santos, nos únicos duelos diante de times da primeira divisão nacional. A classificação está encaminhada, mas Oswaldo de Oliveira já reclama das críticas e fez diversos discursos para minimizar a importância do Choque-Rei. Admitiu, porém, a necessidade de não ficar atrás do São Paulo na classificação geral.
Divulgação
Cristaldo é referência do Verdão, que perdeu todos os jogos contra times da Série A (Cesar Greco/Ag Palmeiras)
“Essa é uma bucha. Neste aspecto, é importante tentar a vitória, também para ter possibilidade de jogar na nossa casa. Isso nos motiva ainda mais, e queremos muito vencer a partida por esse aspecto positivo. Mas é um clássico que não resolve nada, o Palmeiras vai se classificar ganhando, perdendo ou empatando”, insistiu o técnico.
Para o clássico, o meia Allione continua vetado por dores musculares, e Rafael Marques segue como titular. Já Tobio, recuperado fisicamente, retoma a vaga que foi de Victor Ramos na zaga em São Bernardo. Está mantida a base que venceu todos os adversários que não disputarão a Série A do Brasileiro deste ano.
O São Paulo, igualmente ainda sem ter vencido um clássico em 2015, vai praticamente com força máxima. No fim de semana, Muricy Ramalho poupou os principais jogadores justamente a fim de tê-los descansados no clássico. Apenas o goleiro Rogério Ceni e o zagueiro Lucão foram titulares no domingo e jogarão também na quarta-feira. Além disso, o treinador são-paulino, que usará o volante Hudson no lugar de Souza (convocado para a Seleção Brasileira), contará ainda com o importante retorno de Alexandre Pato.
Artilheiro da equipe na temporada, com oito gols, o atacante voltará ao palco de sua estreia como profissional. Em 2006, ainda aos 17 anos, a então promessa do Internacional comandou goleada por 4 a 1 sobre o Palmeiras. Balançou a rede no primeiro minuto de jogo e ainda participou diretamente de outros dois gols antes de deixar o campo no início do segundo tempo e ser preservado para o Mundial de Clubes.
Djalma Vassão/Gazeta Press
Luis Fabiano é a esperança de gols no São Paulo, que também não venceu nenhum clássico neste ano
Tanto na segunda quanto na terça-feira, Pato treinou normalmente com bola - com uma proteção no tornozelo direito, é verdade, mas sem acusar dores durante as atividades. O meia-atacante argentino Ricky Centurión, portanto, começa no banco de reservas, a exemplo do ex-palmeirense Alan Kardec, que já se prepara para sentir a pressão da torcida em seu terceiro reencontro depois de ter deixado o clube no ano passado para jogar em um rival.
“No banco, a situação deve ser até um pouco pior”, reconheceu o jogador. “Eles têm uma torcida que busca apoiar a equipe e acho que serão mais de 30 mil. Vai ser uma situação diferente. Tenho a cabeça tranquila, mas, em determinados momentos, você já vai se programando para sofrer o menos possível. Vai ter torcedor pegando no pé, com xingamentos. Tenho de estar preparado para isso jogando entre os 11 ou não.”
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS X SÃO PAULO
Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP) 
Data: 25 de março de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Vinicius Furlan (SP) 
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e João Edilson de Andrade (ambos de SP)
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Tobio, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel e Arouca; Rafael Marques, Robinho e Dudu; Cristaldo
Técnico: Oswaldo de Oliveira
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Bruno, Rafael Toloi, Lucão e Carlinhos; Denilson, Hudson, Ganso e Michel Bastos; Alexandre Pato e Luis Fabiano
Técnico: Muricy Ramalho
Toni santos - programa ação&informação- rádio futura fm 
Fonte: band uol/noticias- acessado em 25/03/15
http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2015/03/campeonatos-paulista/de-volta-ao-palestra-choquerei-e-duelo-direto-por-mando-nas-quartas.html

Dilma reúne ministros para definir prioridades em concessões

A presidente Dilma Rousseff reuniu nesta quarta-feira (25) no Palácio do Planalto sete ministros para definir prioridades de concessões em áreas como aeroportos, portos e rodovias, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. O encontro durou cerca de uma hora e meia.
De acordo com a assessoria da presidente, um dos objetivos da reunião foi mapear quais são as prioridades de cada ministério para que os projetos principais não sejam atingidos pelo corte que o governo pretende fazer no Orçamento – a programação orçamentária foi aprovada pelo Congresso Nacional na semana passada, mas ainda precisa ser sancionada.
Há cerca de duas semanas, Dilma afirmou em discurso no Rio de Janeiro que o objetivo do governo é levar o Brasil a “novo mapa logístico”. Na última segunda (23), o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que o governo concederá “nos próximos dias” os aeroportos de Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC).
Conforme a Secretaria de Imprensa, participaram do encontro, além de Dilma e Barbosa, os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Gilberto Kassab (Cidades), Gilberto Occhi (Integração), Eliseu Padilha (Aviação Civil), Edinho Araújo (Portos) e Antônio Carlos Rodrigues (Transportes).
Ainda segundo a Presidência, no encontro, Dilma e os ministros também avaliaram quais são as prioridades de investimento em infraestrutura para este ano.
De acordo com o Planalto, a presidente discutiu com eles o plano de investimentos em logística até 2018. Dilma pediu também que os ministros estabeleçam o que precisará de investimentos por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o que poderá ser via Orçamento Geral da União (OGU).
Programas prioritários
Nesta semana, Aloizio Mercadante e Kátia Abreu (Agricultura) falaram à imprensa após se reunirem com Dilma e destacaram que a presidente tem pedido aos ministros que relatem ao Planalto quais são os programas prioritários de cada pasta para que o bloqueio no orçamento – tecnicamente denominado “contingenciamento” – não os afete.
Desde o início do ano, o governo iniciou processo de ajuste fiscal para reduzir gastos e reequilibrar as contas públicas. O contingenciamento, que será “significativo” segundo a presidente, consiste em retardar ou "inexecutar" parte da programação de despesas prevista na Lei Orçamentária em função da insuficiência de receitas.
Toni Santos - programa ação&informação- rádio futura fm 87,5
Fonte: g1/noticias- acessado em 25/03/15
http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/03/dilma-reune-ministros-para-definir-prioridades-em-concessoes.html

Especialistas recuperam áudio de caixa-preta de voo que caiu na França


O Escritório de Investigação e Análise para a segurança da aviação civil (BEA, na sigla em francês) conseguiu extrair com sucesso as gravações da cabine que estavam contidas em uma das caixas-pretas do avião da Germanwings que caiu nos alpes franceses nesta terça-feira (24), segundo a agência Reuters. A aeronave levava 150 pessoas a bordo - 144 passageiros e seis tripulantes - e caiu por motivos desconhecidos em uma zona alpina da França.
A última mensagem da cabine do avião para o controle de tráfego era rotineira, segundo a BEA. Um minuto depois, o avião começou a descida, que continuou até o impacto. O radar acompanhou a aeronave até bem pouco antes do impacto com a montanha.
O equipamento encontrado é responsável por gravar vozes e sons do cockpit e permite escutar as conversas, além de todos os sons e anúncios ouvidos na cabine do piloto, incluindo os alarmes que eventualmente podem soar. Contudo, os investigadores ainda "não tem a menor explicação" sobre as causas do acidente que deixou 150 mortos.
Segundo Rémi Jouty, diretor do BEA, a trajetória do avião indica que ele voou até o fim, descartando a hipótese de explosão. "Isso não é a característica de um avião que explodiu em voo", disse, explicando a maneira como os destroços ficaram espalhados no terreno da queda. Ele se recusou a dizer se a tripulação estava consciente durante a queda e na hora do choque.
"Neste estágio, evidentemente, não temos a menor explicação ou interpretação sobre as razões que levaram este avião a descer, e as razões pelas quais ele continuou a descer, infelizmente, até o relevo, ou as razões que impediram que eles respondessem às tentativas de contato do controle aéreo", ressaltou o diretor do BEA.
"Neste estágio não fechamos qualquer hipótese", resumiu, confirmando apenas que o Airbus da Germanwings não explodiu no ar e que "voo até o final".

A caixa-preta foi recuperada ainda nesta terça no local do acidente e segue sendo analisada. O ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve reconheceu nesta quarta-feira (25) que ela estava danificada.
Segunda caixa-preta
O diretor do BEA disse que as buscas são difíceis no local do acidente e a prioridade agora é encontrar a outra caixa-preta, com os parâmetros de voo. A análise física das peças do avião trará resultados limitados para a investigação, segundo ele.
Mais cedo, o presidente francês, François Hollande, disse que a carcaça da segunda caixa-preta foi encontrada, mas o seu conteúdo ainda é procurado.
Segundo o representante da BEA, é necessário comparar os dados das duas caixas-pretas para saber o que exatamente aconteceu com o avião acidentado. Isso pode levar dias, semanas ou meses.
Reconstituição dos dados
O secretário de Estado de Transportes francês, Alain Vidalies, explicou em entrevista à emissora "Europe 1" que a caixa será provavelmente avaliada em duas fases.
"Se há vozes humanas, será feito muito rapidamente. Depois se trata de analisar os ruídos, isso pode requerer várias semanas", detalhou Vidalies.
Embora não haja conversas na última meia hora, será possível estudar os sons registrados na cabine, mas esse é um processo "muito mais preciso e mais longo", que pode levar "semanas ou meses".
Em declarações a um grupo de jornalistas, o promotor do Ministério Público de Marselha encarregado do caso, Brice Robin, explicou que "talvez tenhamos um primeiro resultado da análise da caixa-preta no final desta tarde, mas os exames complementares demorarão vários dias".
Apesar dos danos, as autoridades esperam conseguir recuperar os dados da caixa-preta (Foto: BEA)Apesar dos danos, as autoridades esperam conseguir recuperar os dados da caixa-preta (Foto: BEA)
Buscas
Os trabalhos de busca dos corpos e dos destroços da fuselagem do avião, na qual participam mais de 600 bombeiros e militares, foram retomados nas primeiras horas desta manhã.
O início dos sobrevoos dos helicópteros encarregados de transportar os investigadores ao local exato da queda, de acesso impossível por estrada, começou pouco depois, às 8h do horário local (4h, pelo horário de Brasília).
A prioridade nesta quarta é recuperar o conteúdo da segunda caixa-preta. As equipes de buscas quase não têm esperanças de encontrar alguma vida entre os 150 ocupantes do avião, seis deles integrantes da tripulação.
Os destroços estão localizados em uma região de 2 mil metros de altitude, e segundo o general francês David Galtier, "os pedaços de corpos humanos localizados não são maiores que uma pequena maleta".
Vítimas
Segundo o premiê francês, Manuel Valls, os passageiros a bordo do avião eram pelo menos 10 nacionalidades diferentes. A maior parte era da Alemanha e da Espanha. Também foi confirmada a presença de cidadãos de Argentina, Austrália, Bélgica, Colômbia, Dinamarca, Grã-Bretanha, Israel, Japão, Marrocos, México e Holanda.
O CEO da Germanwings, Thomas Winkelmann, divulgou nesta quarta uma lista atualizada das nacionalidades das pessoas a bordo do avião. Segundo ele, a aeronave levava 72 alemães, 35 espanhóis, dois australianos, dois argentinos, dois iranianos, dois venezuelanos, dois norte-americanos, um britânico, um holandês, um colombiano, um mexicano, um dinamarquês, um japonês, um belga e um israelenses.
A nacionalidade de algumas vítimas ainda é incerta, especialmente devido a casos de dupla nacionalidade.
Também há conflito com informações passadas por governos locais. O Reino Unido informou que havia três britânicos no voo. Já o governo espanhol disse que havia 49 vítimas espanholas na aeronave, e não 35.
TONI SANTOS- programa ação&informação - rádio futura fm
fonte: g1/ noticias - acessado em 25/03/15
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/caixa-preta-de-aviao-que-caiu-nos-alpes-franceses-esta-danificada.html

quinta-feira, 19 de março de 2015

VOCÊ SONHA, NÓS REALIZAMOS



quarta-feira, 18 de março de 2015

Cid Gomes pede demissão após discutir com deputados na Câmara


Depois de discutir com deputados no plenário e abandonar o recinto da Câmara em meio à sessão na tarde desta quarta-feira (18), o ministro da Educação, Cid Gomes, foi ao Palácio do Planalto e pediu demissão à presidente Dilma Rousseff, que aceitou.
O pedido ocorreu logo depois de o ministro participar na Câmara dos Deputados de sessão em que declarou que deputados “oportunistas” devem sair do governo.
"A minha declaração na Câmara, é óbvio que cria dificuldades para a base do governo. Portanto, eu não quis criar nenhum constrangimento. Pedi demissão em caráter irrevogável", declarou o ministro.
O Palácio do Planalto informou após a demissão de Cid Gomes que o secretário-executivo da pasta, Luiz Cláudio Costa, comandará o Ministério da Educação interinamente. Costa já foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e foi secretário-executivo do MEC em 2014, quando a pasta era chefiada por Henrique Paim.
Do plenário, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, chegou a anunciar a demissão antes mesmo de ter sido oficializada. "Comunico à Casa o comunicado que recebi do chefe da Casa Civil [ministro Aloizio Mercadante] comunicando a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes", anunciou Cunha no plenário.
Depois, a Presidência da República divulgou nota oficial com o seguinte teor: "O ministro da Educação, Cid Gomes, entregou nesta quarta-feira, 18 de março, seu pedido de demissão à presidenta Dilma Rousseff. Ela agradeceu a dedicação dele à frente da pasta."
No Palácio do Planalto, após ter pedido demissão, Cid Gomes falou em defesa da presidente Dilma Rousseff, que ele disse considerar ter “as qualidades necessárias” para governar o país.
Na garagem privativa do palácio, ele classificou a presidente como uma pessoa “séria” e avaliou que o combate à corrupção adotado pelo governo “fragilizou” a relação dela com boa parte dos partidos.
“O que a Dilma está fazendo é limpar o governo do que está acontecendo de corrupção. Essa crise de corrupção é uma crise anterior a ela. Ela está limpando e não esta permitindo isso. Ela está mudando isso. E isso, óbvio, cria desconforto”, afirmou. “Vocês viram quantos deputados do PP recebiam mensalidade de um diretor da Petrobras? Isso é que era a base do poder e ela [Dilma] está mudando isso”, disse Cid Gomes, ao citar a lista de políticos investigados pelo Supremo Tribunal Federal por suspeita de envolvido com o esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.
O agora ex-ministro da Educação completou ao dizer que o Congresso Nacional virou o “antipoder” e aposta no “quanto pior, melhor”, frase repetida diversas vezes pela presidente Dilma ao falar “dos que pregam a instabilidade institucional” no país.
“Eu considero o Legislativo fundamental para a democracia. O que é lamentável é a sua composição, a forma do parlamento se relacionar com o poder. Virou o antipoder. Ou tomam parte do poder ou apostam no quanto pior, melhor para assumir o poder”, completou.
O ministro também disse "lamentar" pela educação por deixar o cargo neste momento. “Lamento muito. Agradeço, mas estou aqui entregando o cargo de ministro. [...] Estou feliz. Lamento pela educação do Brasil, porque tem muito o que fazer e eu estava entusiasmado. Mas, enfim, a conjuntura política impede a minha presença”, disse.
PMDB
O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), afirmou que, se Dilma não demitisse Cid, passaria uma mensagem de que “concorda” com a declaração do ministro de que “muitos” deputados da base têm “postura de oportunismo”.
“A presidente Dilma é uma pessoa com formação democrática. Não esperávamos outra atitude que não fosse essa. A posição correta era fazer. Não tomar essa atitude seria uma mensagem muito ruim, de que o governo concorda com essa atitude”, disse.
Pouco antes de anunciar a demissão do ministro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, colocou em votação um projeto que estende a política de valorização do salário mínimo aos aposentados, proposta que contraria fortemente o governo.
Depois do telefonema de Mercadante a Cunha, o PMDB anunciou acordo com o governo para adiar a votação. “Vamos deixar que o governo negocie uma proposta para os aposentados”, disse Picciani.
A sessão
Cid Gomes deixou o plenário da Câmara depois de ter sido criticado por mais de uma hora pelas lideranças partidárias. A ofensiva dos deputados ocorreu depois de o ministro afirmar que deputados da base aliada que têm cargos na administração federal deveriam "largar o osso".
Cid Gomes foi convocado pelos deputados devido a uma declaração de que a Câmara tem "uns 400 deputados, 300 deputados" que "achacam", dada durante um evento do qual participou no último dia 27 na Universidade Federal do Pará.
O ministro iniciou a fala dizendo que "respeita" o Congresso e admitindo que deu a declaração. Ele tentou justificar a fala afirmando que era uma posição "pessoal" e não como ministro de Estado, quando começou a receber críticas de parlamentares presentes.
Diante das manifestações em plenário, Cid subiu o tom e chegou a apontar o dedo ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que prefere ser acusado pelo peemedebista de ser "mal educado", a ser acusado de "achacar" empresas, no esquema de corrupção da Petrobras.
“Eu fui acusado de ser mal educado. O ministro da Educação é mal educado. Eu prefiro ser acusado por ele [Eduardo Cunha] do que ser como ele, acusado de achaque, que é o que diz a manchete da Folha de S.Paulo”, afirmou Cid Gomes.
Ele disse ainda que "muitos" parlamentares que integram a base de sustentação do governo agem com "oportunismo". Cid também apontou o dedo em direção ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha,
As declarações geraram fortes ataques dos parlamentares em plenário. Lideranças da base aliada e da oposição pediram a demissão do ministro. Em meio às críticas, ele deixou o plenário e foi indagado por jornalistas se pediria demissão, conforme os apelos feitos pelos deputados.
O ministro respondeu que, se fosse pedir demissão, não anteciparia o fato à imprensa. “A presidenta resolverá o que vai fazer. O lugar é dela, sempre foi dela. E eu aceitei, para servir, porque acredito nela. Se eu fosse pedir demissão, eu não teria, por dever de ética, antecipar”, afirmou.
O ministro explicou ainda que deixou o plenário antes do término das falas dos líderes partidários porque se sentiu “agredido”. “Eu fui convocado, não estava no meu desejo. Já tinha vindo aqui na Câmara duas ou três vezes para conversar com os deputados. Comecei a minha vida no parlamento e respeito o parlamento. Agora, infelizmente fui convocado e agredido. Nessa condição penso eu que estou liberado”, declarou.
tonisantosprod.blogspot.com
fonte: g1 - acessado em 18/03/15
http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/03/eduardo-cunha-anuncia-demissao-do-ministro-da-educacao-cid-gomes.html